A preservação da fertilidade tornou-se uma opção cada vez mais procurada em Portugal por mulheres que pretendem adiar a maternidade sem comprometer a possibilidade de terem filhos biológicos no futuro.
Com o avanço das técnicas de vitrificação de ovócitos e de criopreservação do tecido ovárico, a ciência oferece hoje soluções seguras, eficazes e acessíveis a quem deseja planear a sua vida reprodutiva com maior liberdade.
Estas técnicas de preservação da fertilidade são especialmente úteis para mulheres que, por razões médicas ou pessoais, desejam ou precisam de adiar a gravidez.
A vitrificação de ovócitos é uma alternativa valiosa para aquelas que planeiam ser mães, mas ainda não sabem quando. Esta técnica possibilita a preservação de óvulos na sua fase jovem, mantendo a oportunidade de ter filhos biológicos sem a necessidade de recorrer a óvulos doados e mantendo as suas propriedades intactas até descongelá-las para uso em tratamentos de reprodução assistida.
No entanto, é importante destacar que a vitrificação não é uma solução universal para todos os casos de infertilidade. Por isso, recomenda-se procurar uma clínica especializada, que ofereça acompanhamento personalizado e orientações específicas para cada caso.
Durante 10–12 dias, a paciente administra medicação hormonal para que os ovários produzam vários ovócitos maduros no mesmo ciclo.
Procedimento simples, realizado sob sedação leve, com duração aproximada de 10–15 minutos.
Os óvulos maduros são congelados a −196 °C, evitando a formação de cristais de gelo. As taxas de sobrevivência ao descongelamento ultrapassam os 90%.
Os ovócitos podem permanecer criopreservados durante muitos anos sem perda da qualidade observada no momento da vitrificação.
Semelhante ao congelamento do tecido ovárico, esta técnica visa preservar a parte cortical do ovário, onde os folículos são armazenados. Tem demonstrado eficácia em restabelecer a função ovárica e facilitar gestações espontâneas.
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